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― Poe me enviou essas rosas Haysonianas, soubemos que você é de lá.

Rose Tico acabara de acordar pela primeira vez desde a fuga em Crait e para sua felicidade Finn estava ali, ao seu lado, velando por seu sono e segurança. A garota não poderia imaginar que receberia as piores notícias que viriam de seus lindos lábios. Finn começou a falar

― Odeio ser aquele que trás as más notícias, mas você precisa saber que...
― Bem, nada disso importa agora. O importante é que nós temos um ao outro.

Rose o interrompeu, mirando o com seus olhos de admiração e paixão para aquele que se tornara o maior de seus heróis desde a perda de sua irmã. Mas não era sobre a guerra lá fora que Finn desejava falar e logo ela perceberia isso

― Oh, doce Rose, não sei se há um jeito delicado de dizer isso, mas eu já tenho alguém para chamar de mozão.  

Como o sistema Hosniano há pouco dias, o coração de Rose Tico se fragmentou em milhares de pedaços irrecuperáveis, mas aquele homem ainda tinha a sensibilidade de um stormtrooper e continuou disparando.

― Oh, Rose, não se sinta culpada. Cada dia da minha vida seremos obrigados a lhe agradecer por ter impedido minha loucura. Se não for cruel demais, queremos lhe convidar para ser madrinha do meu casamento.

Rose Tico provavelmente choraria naquele momento, mas suas lágrimas pareciam ter secado após tantas e subsequentes perdas de amigos. Limitou-se a perguntar quem era a afortunada pessoa que passaria até o fim de seus dias (mas quantos dias?). A resposta foi inesperada. A garota esperava ouvir “Rey”, nome que levou toda a aventura dos dois. Mas não foi isso que ouviu e sim:

Poe Dameron.